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Dezembro 30, 2008






…às vezes
Dezembro 29, 2008
Escrevi, escrevi… parei.
escrevi, Escrevi e apaguei.
Faço isso. Muito. Às vezes.
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After all the weekend, in a supposed calm Sunday afternoon
At the moment she could see the moon
When I saw her she was just crying, under my favorite tree
I talked to her, and I was trying to show her what she couldn’t see
Behind the flowers in a light she found the sun
Behind the sad I showed her the life is really fun
With some nature together we admire the birds
Collected some different leaves
We realized how amazing the world is
There’s no reason to hide
I could be kind a guide
I could be by her side (*)
…
Parei, parei… escrevi.
apaguei, apaguei… parei.
Faço isso. Muito. Às vezes.
*Tchubaruba, Mallu Magalhães
Litera-meme
Dezembro 26, 2008
Estou em dívida com o João, que me passou o meme abaixo. Ainda não tinha conseguido parar pra responder. Então, aí está. Confesso que ele me pareceu dificil. Não considero que tenha sido uma leitora até chegar a universidade, quando me apresentaram o universo maravilhoso da literatura. Por isso, lembrar das minhas leituras de infância é complicado. Na adolescência não é muito diferente. Ainda assim, vamos tentar…!
1. Livro/Autor(a) que marcou sua infância:
Como eu disse: complicado. Lembro de livros de história da Bíblia. Lembro de ter lido “O Pequeno Príncipe”. Lembro de ter lido sobre mitos regionais. Lembro de ter conhecido, ainda nessa época, a coleção Vaga-lume. Acho que gibis não contam, mas eles foram parte importante das minhas leituras de infância. Também lembro de alguns presentes: “O Besouro da Rosa” e um outro, sobre uma galinha chamada Xicória, que era abdusida.. Coisas assim! Também lembro de uma coleção da minha mãe, chamada “Vida”, era uma espécie de enciclopédia sobre o corpo humano… Interessante. Mas é só do que me lembro.
2. Livro/Autor(a) que marcou sua adolescência:
Na adolescência as coisas foram um pouquinho diferentes… Pesquisando entre páginas amareladas e estantes empoeiradas, acabei descobrindo algumas relíquias antigas da minha mãe. Acho que ela gostava muito de Mários, pois foi quando li Mario Puzo e Mario Quintana. Não lembro de muita coisa mais, mas li Jostein Gaardner. E comecei a me interessar por romances históricos.
3. Autor(a) que mais admira:
Dostoièvsky, Clarice Lispector, Herman Melville, Campos de Carvalho, Saramago, Pirandello, Gertrude Stein, Borges, Edgar Alan Poe, Fernando Pessoa, Katherine Mansfield, Cervantes, Tolkien… Não acaba mais! Na verdade, não se fazem listas assim. Sempre falta alguém… e bom demais pra ser esquecido.
4. Autor(a) contemporâneo:
Gonçalo M. Tavares, Milton Hatoun e, copiando o João, Michel Melamed – que tem textos fantásticos.
5. Leu e não gostou:
Pois é. Tô pensando. Um dos recentes, Contardo Caligaris – “O Conto do Amor”. Água com açúcar, sem graça. Também, como eu já deveria saber, odeio o tal “Comer, rezar e amar” (Elizabeth Gilbert) – pra mim continua sendo auto-ajuda, coisas do gênero. Entre os mais renomados, um dos que simplesmente não consigo terminar é “Neuromancer”, do William Gibson. De modo geral, tenho sorte com os livros que pego pra ler. Ah, “Travessuras de Menina Má”, de Mario Vargas-Llosa, não gostei.
6. Lê e relê:
Coleção “Senhores do Bairro”, de Gonçalo M. Tavares. Todos os meus livros de contos. Alguns romances históricos e outros favoritos… ![]()
7. Manias:
Copiando o João mais uma vez, adoro cheirar os livros. E coleciono marca-páginas. Escrevo e rabisco só nos técnicos. Só guardo os livros em estantes com vidro. Toda vez que limpo, mudo a ordem dos livros: por sobrenome de autor, por nome de autor, por título de livro, por gênero, por aproximação temática, por preferencia…
Então tá, né?! Acho que é isso. Jovem leitora. Ainda tem muito o que ler na vida. E aceita sugestões. Sempre. E repassa esse meme pra pessoas que podem surpreender quando o assunto é leitura: Marcia, Reges, Penkala, Sean e Andréia. E quem mais quiser, claro!! ![]()
Meu nome tá ali – Parte III
Dezembro 23, 2008

Seleção Doutorado PUCRS 2009
Agora chega, era o último!! ![]()
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Meu nome tá ali – Parte II
Dezembro 19, 2008

Seleção Doutorado Unisinos 2009!
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Meu nome tá ali…
Dezembro 18, 2008

Seleção Doutorado UFRGS 2009
Que mais eu posso dizer?? ![]()
ALEGRIA…
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Dezembro 17, 2008
Sem ter de preocupar-me com os enquadramentos temáticos que cada pergunta específica necessariamente estabeleceria, embora não fosse essa a sua intenção declarada, lanço a primeira palavra, e a segunda, e a terceira, como pássaros a que foi aberta a porta da gaiola, sem saber muito bem, ou não o sabendo de todo, aonde eles me levarão. Falar torna-se então numa aventura, comunicar converte-se na busca metódica de um caminho que leve a quem estiver escutando, tendo sempre presente que nenhuma comunicação é definitiva e instantânea, que muitas vezes é preciso voltar atrás para aclarar o que só sumariamente foi enunciado. Mas o mais interessante em tudo isto é descobrir que o discurso, em lugar de se limitar a iluminar e dar visibilidade ao que eu próprio julgava saber acerca do meu trabalho, acaba invariavelmente por revelar o oculto, o apenas intuído ou pressentido, e que de repente se torna numa evidência insofismável em que sou o primeiro a surpreender-me, como alguém que estava no escuro e acabou de abrir os olhos para uma súbita luz. Enfim, vou aprendendo com as palavras que digo. Eis uma boa conclusão, talvez a melhor, para este discurso. Finalmente breve.
Palavras
em O Caderno de Saramgo
17/dez/2008
José Saramago
Palavras do Coração
Dezembro 16, 2008
Sonhos aventuras
Juras promessas
Dessas que um dia acontecerão
Você me daria a mão?
Todos estes versos soltos dispersos
No meu novo universo serão
Palavras do coração
Palavras do Coração
Otávio Toledo / J.C.Costa Netto
Interprete: Bruna Caram
the matador
Dezembro 16, 2008
o que se diz quando nada devia ser dito
Dezembro 14, 2008
Posso contar o que me aconteceu. Ir narrando, dia a dia, como num diário, as coisas que se sucederam. Mas não nesse dia ou nos próximos. A cada novo dia posso contar alguma coisa sobre o dia anterior ao útlimo sobre qual já contei. Diário dos avessos. Posso começar por ontem. E amanhã falarei do ante-ontem. E na semana que vem contarei a semana passada. Diário de história. Diário de memória. Por ser memória, posso mudar as cores do vestido que não usei. Posso colocar música pra embalar a cena que, de estranha, me calou. Posso contar ter visto o céu mais azul, a girafa mais alta, o moinho mais velho, o homem mais sábio, o morro mais plano, a dia mais curto, o medo mais doce, o sonho mais doi-quando-belisca. Posso porque tudo me aconteceu. Ontem e ante-ontem, na semana passada contada semana que vem. Posso romper o silêncio e dizer o que deve ser dito. Posso dizer ao menos o que pode ser dito. Posso ao menos tentar. Quando nada devia ser dito, no ontem. Amanhã já se pode dizer.



