Vou aproveitar a familiaridade de um querido amigo, pra apresentar uma proposta muito interessante na prática, ou melhor, em traços, pontos e palavras. A Mojo Books é a primeira editora 100% digital. Tem uma proposta simples, e por isso mesmo, genial: e se música fosse literatura, que história contaria?

O Reges Schwaab*, imerso na proposta, escolheu a calmaria nostalgica de Fernandinha Takai, com “Diz que fui por aí“, para tecer seu conto. É uma das novidades, entre tantas interessantes, neste universo particular da Mojo Books.


E andou com a graça que o amor lhe deu. Realidade em poesia. Enxugou o suor, parado em frente à casa. “Seja meu”. Primeiro beijo. E aqueceu; “Todo o mundo”. Ponteiros nortearam para sul e para cima. Segundo beijo. E ardeu. Portas abertas. “Que vejam”. E. “Use só sinceridade agora”.

[Leia o conto completo]




* Reges Schwaab é um garoto descobrindo o mundo. Autor do eRRuD!To, colecionador de cadernos em branco, decidiu que estava na hora de escrever neles. Conta-se, ainda, que é jornalista, doutorando em Comunicação na UFRGS e mora em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.



3 Responses to “E se música fosse literatura?”

  1. reges.ts Says:

    Laura,
    Estou honrado com as tuas palavras carinhosas.
    Obrigado :o )


  2. [...] public links >> literatura E se música fosse literatura? Saved by jaymzhuk on Mon 06-10-2008 literatura e liberdade Saved by Spudgens on Wed 01-10-2008 [...]


  3. [...] do Reges, agora é a vez da Andréia publicar seu conto musical no projeto “Se música fosse literatura, que história contaria?” da Mojo [...]


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