Pavlik no Cyberfam
Maio 30, 2008
Se tem algo que nos dá a oportunidade de nos salvarmos de nós mesmos é o jornalismo participativo.”
…existem uma ou duas coisas que um jornalista devia fazer, e uma delas é ter um compromisso com continuar estudando. Em outros campos profissionais, as pessoas sempre continuam seus estudos, fazem cursos, fazem algo para continuar atualizados com o que está acontecendo em seus campos. Então, acho que o jornalista devia fazer mais, devia tirar o diploma de jornalista, mas não deve ficar só nisso. Devia continuar fazendo cursos, seminários, alguma coisa para ficar atualizado. Isso é uma coisa. A outra é que os jornalistas devem parar de pensar independentemente, em uma mídia particular. Acho que é muito limitador se um jornalista fica pensando “eu sou um jornalista de jornal”, ou “eu só trabalho em TV”. O que nós devemos fazer hoje é pensar em nós mesmos como jornalistas, que trabalham com qualquer mídia que se encaixe bem com a sua matéria, ou com o seu público. Podemos trabalhar com áudio, vídeo, texto, ou com alguma mistura entre eles, ou qualquer coisa nova que inventem. Acho que é a hora de o jornalista parar de pensar em mídias individuais, mas pensar em sua matéria, como contá-la, sem se restringir a um tipo de mídia”.
Falas de John Pavlik, em entrevista no dia 28 de maio aos meninos da graduação da Fameco, dentro das comemorações dos 10 anos da Cyberfam… Confira tudo AQUI!
Indústria de Notícias
Maio 29, 2008

Recebi o convite para o lançamento do livro da minha orientadora, Profa. Virgínia Fonseca (UFRGS), “Indústria de Notícias: capitalismo e novas tecnologias no jornalismo contemporâneo”. Estão todos convidados, acho!
Blindness
Maio 22, 2008
Pela reação do Saramago, Blindness – a filmagem de Fernando Meirelles do interessante “Ensaio sobre a Cegueira” – promete ser “o” filme… Com previsão de lançamento para setembro, o filme conta com Mark Ruffalo no papel do médico oftalmologista e Julianne Moore como a esposa, além de Gael Garcia Marques e Alice Braga (a paulista de I am Legend). Já estou ansiosa…
Aslan
Maio 17, 2008
Duas das lãs que comprei ontem já viraram cachecóis: uma Aslan Egipt azul e uma Aslan Puffy verdona… Os detalhes estão lá no Flickr… Ficaram lindas! A azul parece crochê!


Sorriso sem gato
Maio 17, 2008

- Como quiseres – disse o gato e desapareceu, dessa vez lentamente, começando pela ponta do rabo até chegar ao sorriso, que ainda permaneceu um tempo ali depois que todo o resto já havia desaparecido.
– Mas que coisa! – pensou Alice. – Já vi muitas vezes um gato sem sorriso, mas um sorriso sem gato! Isso é a coisa mais estranha que já vi em toda a minha vida!
Lewis Carrol
“Alice no País das Maravilhas”
Cobertor de estrelas
Maio 16, 2008

Cobertor de Estrelas, de Ricardo Lísias, é, antes de tudo, um livro sobre tudo o que grande parte das pessoas que lêem livros não quer saber. Uma narrativa sem nome, sem lugar, que é ao mesmo tempo tantos em tantas grandes cidades. Conta sobre a vida do ‘menino’, e de tantos outros meninos que tem apenas as estrelas como cobertor – e os sonhos.
O menino não fica bravo com aquelas pessoas diferentes que, de vez em quando, vêm tirar fotografias deles. É engraçado, eles chegam um pouco perto, falam umas coisas que não dá pra entender e tiram umas fotografias. Algumas mulheres ainda dão um dinheiro, mas é um dinheiro diferente, não dá pra comprar em qualquer lugar.
No começo, o menino achava esquesito eles falarem diferente, ele pensou até que era bobos igual uns mendigos, principalmente os que dormem lá perto da estação de trem. Mas o padre explicou que não, eles falam diferente porque moram muito longe, alguns até depois do mar. Então, o menino percebeu que o jeito de falar depende do lugar que a pessoa tem a casa dela. Se fica longe, aí a pessoa fala diferente.
Mas então, no outro dia, o menino pensou que primeiro ele teria que comprar uma casa, para depois aprender a ler e a escrever, para aprender do jeito que falam onde seria a casa dele. Só que o padre falou que ele precisa primeiro aprender a ler e a escrever para depois comprar a casa dele, como ele vai saber qual é o jeito dele, se ele ainda não tem casa? Se for assim, então, só podem aprender a ler e a escrever as crianças que já têm uma casa, porque aí elas aprendem do jeito que é onde fica a casa, para depois poderem comprar outra casa para os filhos deles. Ele, que não tem casa nenhuma, não vai poder aprender a ler e a escrever nunca, porque não vai saber qual é o jeito certo.
Ricardo Lísias
Cobertor de Estrelas, p.38
Toy-art colaborativa
Maio 14, 2008

O .marcamaria é um blog muito gracinha, lançado esta semana, e que vale a pena conhecer. A proposta, em si, já é maneira: criar toy-arts baseados nas idéias dos leitores-participantes, que depois são vendidos na web.
Os primeiros 3 posts sobre personagens já renderam histórias hilárias e a caricatura do primeiro toy: a Vovólima – carro-chefe do novo blog. Corre lá e dê o seu piteco: se sua idéia se tornar um toy-art você pode até ganhá-lo de presente!!

PS: este post não é patrocinado!
Um dia se consegue
Maio 13, 2008
… enfim postar as fotos das mantinhas!!
Promessa antiga, agora cumprida.
Aí estão elas!!
E todas podem ser vistas, individualmente, no meu Flickr ou por aí, nas ruas de Poa…


Olheiras da Morticia
Maio 12, 2008
Projeto entregue, então!! \o/
Enfim…

OS DOIS LADOS DA NOTÍCIA ONLINE:
Leitores-escritores e as rotinas produtivas nos webjornais
to-read
Maio 12, 2008
Experimente não crescer por algumas horas do dia. Jogue sobre seu sorriso um pouco de infância: doces de chocolate, bolas-de-gude, pandorga; retire de seu peito a responsabilidade e brinque de boneca, carrinho, casinha e pique-esconde. Primeiro te chamarão de irresponsável, depois de vadio, por fim de louco. Isso tudo porque você deteve-se na infância durante três horas numa segunda-feira. Faça isso mais vezes por mais tempo em dias úteis. É praticamente uma tarefa impossível. É bem mais fácil matar alguém toda manhã do que descrescer.
Aço e nada
Rubens da Cunha
Livro que não tenho, mas aceito de presente, inteiro, pra ser devorado com geléia e maionese!


