Perdidinha da estrela*!

Fevereiro 27, 2007

Pois é! Triste vida de pessoa perdida da net!
Concretizada a mudança pra POA, no Domingo!, estou completamente sem net… Coisas de “irmão”, que esqueceu de pagar a conta durante as férias! Hiuahaihauia

Então, viva as Lan Houses dos hotéis de gramado!
Claro: estou em Gramado! Sou uma viajanda, agora – ops, não era mestranda?! Huiahaihauia

Bom, não vem ao caso, mas é um turismo pelos calçados da nova estação!… Bem legal…

Amanhã estou de volta à faxina da nova casa!
haiuhauiahuai
Espero que “com internet”!…

De resto: beijos de (já!) saudades aos “canguçuínos”!

Sobre a morte e o mal…

Fevereiro 22, 2007

Em A Misteriosa Chama da Rainha Loana, Yambo, o personagem principal da trama, está relembrando muito de seu passado, totalmente esquecido em um acidente que apenas não lhe tirou da memória as diversas coisas que leu durante a vida…

Agora, Yambo está relembrando um passeio que fez com Gragnola. E eles conversam sobre a guerra, a vida, a religião e a morte:

“Certo [filosofa Gragnola], pode-se dizer que o mundo nasceu por engano, o mundo é uma doença do universo que já não andava tão bem sozinho e um belo dia lhe nasce um furúnculo que é o sistema solar, e nós com ele. Mas as estrelas, a via láctea e o sol não sabem que devem morrer, logo, não se incomodam. No entanto, da doença do universo nascemos nós, que para nossa desgraça somos uns espertos e acabamos descobrindo que é preciso morrer. E assim, não somos apenas vítimas do Mal, mas temos que saber disso. Que alegria!”

 

Folia!

Fevereiro 16, 2007

Bem que eu mereço…

Um ano inteiro de correria, as “férias” não existiram ainda…
Ninguém consegue mais me aguentar, nem eu! Estou chata, quase dando “choque”!
Tudo de bom esse final de semana espichado e só de festerê!

Bom CARNAVAL pra todos… Aproveitem!!
O ano promete ser looooooongo!

CELACOM 2007

Fevereiro 11, 2007

E o trabalho continua…
Tinha lido no blog da Raquel que as incrições pro CELACOM já estavam abertas… O colóquio deste ano vai acontecer na UCPEL

O link das incrições, na verdade, não está liberado no site, mas o prazo final para o envio dos trabalhos para participação nos GT’s é 16/mar! Então…

Mas já é possível acessar as informações sobre os GT’s!

Fica a dica: estudantes e pesquisadores de Comunicação Social ou de áreas conexas: Ciências Humanas, Letras, Turismo… APRESENTEM-SE!

Tempo, que tempo?!

Fevereiro 10, 2007

Há algum tempo comentei a respeito de uma interessante reportagem que li numa revista de Filosofia. O autor, Prof. Dr. Silvio Dahmen, discutia naquele momento a respeito da Teoria da Incompleteza, de Gödel.
Algum tempo depois, tive a honra de trocar alguns e-mails com o Prof. Dahmen, que, muito gentilmente, acabou por me mandar cópia de um novo texto seu – publicado na mesma revista sobre filosofia – falando, agora, sobre o tempo…

Ainda preciso procurar a revista! ;)

No clássico Alice através do espelho, do escritor inglês Lewis Carroll, há uma interessante passagem em que Alice conversa com a Rainha Branca a respeito do futuro e do passado. A Rainha oferece a Alice um salário para que esta se torne sua dama de honra, salário este que inclui uma dose de saborosa marmelada todo dia de ontem e amanhã. Alice se mostra confusa: o ontem já passou, o amanhã está por vir. Como vivemos sempre o presente, ela nunca veria a geléia. A rainha diz, então: “Mas isto é o que ocorre quando se vive para trás. No começo a gente sempre fica um pouco confusa“.

Viver para trás!”, disse Alice estupefada, “Nunca tinha ouvido falar de uma coisa desta!”. “Há uma grande vantagem nisto, que é o fato de que a memória funciona em ambas as direções”, contrapõe a Rainha. “Tenho certeza de que a minha só funciona em uma direção”, disse Alice, “Não consigo me lembrar de coisas antes que elas tenham acontecido!”. “Só uma memória ruim se lembra apenas das coisas do passado”, disse a Rainha. “De que tipo de coisa você se lembra melhor?”, Alice ousou perguntar. “Oh, coisas que aconteceram na semana depois da próxima”, respondeu a Rainha num tom desinterassado. “Por exemplo, agora”, continuou ela enquanto colocava um grande pedaço de curativo no dedo à medida que ia falando, “tem o mensageiro real. No momento ele se encontra na prisão sendo punido. E o julgamento só começa na quarta-feira que vem! O crime obviamente virá por último”.
Se a memória de Alice se lembrasse das coisas futuras, ela talvez se sentisse tentada a trabalhar para a Rainha pela memória da excelente geléia que comeria amanhã. Num primeiro momento, essa conversa nos parece desprovida de qualquer senso lógico e representa nada mais do que uma das muitas e fascinantes armadilhas lógicas da obra de Carroll. Um dos pioneiros do chamado nonsense da literatura inglesa, o escritor também foi um talentoso matemático que permeou suas obras – mais particularmente a estória da pequena Alice – com jogos de lógica, charadas e referências a fatos e pessoas da época.

(…)
Sem dúvida, somos aquilo que somos porque temos memória.

(…)
A comunicação com nossos semelhantes não seria possível se não tivéssemos registrado em nossos cérebros não apenas nosso idioma como uma série de condutas éticas de convívio em sociedade. Mas a memória só trabalha em uma direção: a do passado.

__________________

Será possível entender o tempo e o fato dele andar numa só direção sem utilizar outras definições que implicitamente já encerram a idéia de um tempo? Ele existe independentemente de o observarmos, ou seria o tempo algo que depende, de alguma maneira, de nós? Ele flui porque nossa consciência, com a qual o percebemos, se modifica? Seria, assim, o fluxo do tempo algo subjetivo?

(…)

Para Kant, “O tempo nada mais é do que a forma do sentido interno, ou seja, da contemplação do nosso próprio ser e de nosso estado interno… e justamente por não se apresentar sob qualquer forma, procuramos suprir esta falta buscando analogias… pois o tempo, que não é objeto de nossas contemplações exteriores [quer dizer, de nossas impressões obtidas por meio dos sentidos] e não o conseguimos imaginar de outra maneira que não o imaginando como uma linha no espaço, estende-mo-lo infinitamente. Sem essa representação simplesmente não conseguimos reconhecê-lo”.

(…)
Parece, então, haver duas coisas diferentes. O tempo da ciência e o tempo da Filosofia. Assim, podemos concluir que nossa incapacidade de lembrarmo-nos do futuro é um problema intrínseco do nosso ser enquanto para a natureza não haveria esta limitação? A possível resposta a essa pergunta é: se nós, como humanos, nada mais somos do que um organismo sujeito às leis da natureza, então, as leis que se aplicam a ela também devem se aplicar a nós.

Legal!? DEMAIS…
O texto, na íntegra, apresenta a visão de vários cientistas e filósofos a respeito da questão do tempo, e até mesmo explica os princípios básicos sobre a Teoria da Relatividade Geral de Einstein e a viagem no tempo (mais “O Universo de Gödel”)…

Para acessar o texto na íntegra, existem algumas alternativas:
1) Comprando a revista nas bancas;
2) Pesquisando no site do autor: AQUI e AQUI!

No fim não fiz nenhum comentário específico a respeito da formatura…
Sei lá, tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, tudo, tudo de vez!
Mas hoje, recebi por e-mail algumas das fotos da colação, que ainda não tinha visto…

Acho que já havia comentado sobre a decoração do teatro, “a mais linda que já vi na vida“…
Mas rever o momento através das fotos ajuda a reviver os sentimentos – que só um palco pode oferecer, mesmo!

Foi MUITO BOM!!
Quero ir mais uma vez…

Quem sabe, com o Direito!! ;)

Eu não tinha, inicialmente, optado pela colação.
Mas não me arrependi de mudar de idéia!
FOI ÓTIMO!!

Quem quer que sejas…

Fevereiro 7, 2007

… versinhos em português, citados ao fundo da versão original de Quienquiera que seas, do cd 12 Segundos de OscuridadJorge Drexler!!
D

Não tem nada teu que eu não queira ver
Nem está claro que te conheça
Intuo, apenas, algo acerca de ti
E todo o resto está na sombra

Te vejo e penso
Te vejo e me digo
“Quem quer que sejas,
de onde saiu?!?”

Eu quero tudo e tenho muito claro
Que não entendo mais que uma parte
Prefiro muito mais te ver vibrar
Que decifrarte…

Te vejo e quero
Que me vejas
Quem quer que sejas…

O Terra publicou hj uma matéria sobre o 2Spare, um site americano que organizou uma lista das mais bizarras previsões sobre o mundo das tecnologias… Da lâmpada elétrica, passando pelo telefone e a TV, até o computador…

Muito diver… Huaihaiuha D

Selecionei, da matéria do Terra, as mais cômicas…

“Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa”.
Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC), fabricante de computadores mainframe computers, discutindo os computadores pessoais, em 1977.

“O potencial mercado de máquinas de cópia é de, no máximo, cinco mil (unidades).”
IBM, para os eventuais fundadores da Xerox, dizendo que as fotocopiadoras não teriam um mercado tão grande que justificasse a sua produção, em 1959.

“A compra à distância, apesar de ser completamente possível, irá fracassar – porque a mulher gosta de sair de casa, segurar a
mercadoria, gosta de estar apta a mudar a sua intenção”.

Revista Time, descartando as compras online antes mesmo de se ouvir falar nelas, em 1966.

“O telefone tem muitas desvantagens para ser considerado, seriamente, um meio de comunicação. O aparelho não tem valor para nós”.
Memorando da Western Union, entre 1876 e 1878.

“É uma grande invenção, mas de qualquer forma, quem iria usar isso?”
Rutherford B. Hayes, presidente norte-americano, depois da demonstração do telefone de Alexander Bell, em 1876.

“A televisão não vai durar porque, logo, as pessoas irão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites”.
Darryl Zanuck, produtor de cinema da 20th Century Fox, em 1946.

“Quem diabos deseja ouvir os atores falando?”
H. M. Warner, co-fundador da Warner Brothers, em 1927.

“A caixa de música sem fio não tem valor comercial imaginável. Quem pagaria para uma mensagem enviada para ninguém em particular?”
Associados de David Sarnoff, respondendo a um pedido de investimento para o rádio, em 1921.

“A ‘carruagem sem cavalo’ normal é, no momento, uma luxuria para os ricos, e por causa do seu preço, provavelmente vai falhar no futuro. Com certeza, jamais se tornará tão comum como a bicicleta”.
Literary Digest, em 1899.

“Aviões são brinquedos interessantes, mas não têm valor millitar”.
Marechal Ferdinand Foch, professor de estratégia da Ecole Superieure de Guerre, em 1904.

“Qualquer um familiarizado com o assunto vai reconhecer isso como um evidente fracasso”
Henry Morton, presidente do Instituto de Tecnologia Stevens, sobre a lâmpada elétrica de Thomas Edison, em 1880.

Fevereiro 6, 2007

Ai, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito BOM o cd novo do Jorge Drexler12 Segundos de Oscuridad!

Bah, de público eu quero agradecer (mais uma milésima vez!) as gurias pelo presente!
Ganhei ele de formatura…… Muito tudoooo!

Não tem uma música ruim!
E tem participações brasileiras em 03 faixas:
1) 12 Segundos de Oscuridad – música de Vitor Ramil (que xik!)…
4) Disneylandia – letra do Arnaldo Antunes e música do Titãs (essa foi adaptada para o castelhano pelo Drexler…)
10) Quienquiera que seas (que, na verdade, tem ao fundo uma voz masculina falando coisas em português… Mas ainda não identifiquei quem seja!!)

Muito fabuloso!!

Mais um… ;)

Fevereiro 5, 2007

Com toda a correria ainda não tinha postado o resultado da UFSM…
Como todos já sabem, não fui pra entrevista… Apesar de ter recebido, com grande honra, um email da professora Luciana! Todos foram sensacionais comigo por lá…!

Enfim, eu não entrei mas o Vilso SIMMMMMM! ;)

O resultado foi o que eu já esperava!
Ele merece isso e muito mais…
Então: querido, TUDO DE ÓTIMO PRA TI!!
E nos vemos nos congressos da vida acadêmica! Haihaiahaiua