Consulta Popular no RS!
Junho 28, 2006
Pois eh, apesar da Copa do Mundo e da intensa espera pelo próximo jogo do Brasil, no sábado – hoje foi um dia importante pro Rio Grande do Sul!
Dia de Consulta Popular! Dia de movimentação em todo o Estado!
O melhor é que a votação pôde ser feita pela Internet. Os cidadãos nem precisaram sair de casa. Foi só acessar o site do Governo do RS e ajudar a construir o estado que tanto queremos!
Claro que eu só digo isso pra marcar o dia, porque todos os que agora passam os olhos por essas linhas já sabiam disso!!
Sem brincadeiras agora: a Consulta Popular é importante! SIM…
E se ainda é dia 28, você ainda pode fazer a sua parte e votar pelos interesses da sua região, estimulando a cultura, o turismo, o saneamento, a energia, a indústria – seja o que for que seja necessário na sua comunidade!
Se você perdeu a votação, pense melhor em outubro!
E lembre dos COREDEs no ano que vêm…
Participe!
Como em tudo na vida em sociedade, mesmo que não gostemos, é a nossa PARTICIPAÇÃO que faz a diferença!!
Uauuuuu!
Junho 28, 2006
Se a filosofia não existisse, eu poderia inventá-la agora mesmo!!
Como não pensar sobre isso?!
A complexidade e maravilha que existe se olharmos as escalas… Olha que nem estamos quastionando a vida, só tamanhos… ![]()
Cada um acredita no que quiser, mas… O homem ser o centro disso tudo?!
O ser humano ser “a obra”?! No way!!!
PS: Depois de analisar essas escalas, TUDO – qualquer coisa – que a gente pensar sobre o mundo parece TÃO arrogante… Sei lá!
…
Junho 27, 2006
Olhos de sal…
Junho 27, 2006
De agora em diante
Olho pro mundo com olhos de sal:
Tempero onde faltar
Preservo onde sobrar…
E vou viver!
… pensando!
Junho 26, 2006

“Eles” conseguem ver o que você faz, mesmo com a janela fechada.
“Eles” conseguem ver o que os átomos fazem, mesmo quando estão sozinhos.
“Eles” explicam a dor e o amor.
Mas… “Eles” nunca viram o tempo. Nunca dividiram as suas particulas e nem demonstraram as suas propriedades científicas.
Maldito tempo. Indomável tempo. Doce tempo. Tempo. T…
17 minutos…
Junho 26, 2006
Em 17 minutos o mundo irá acabar. Em exatos 1020 segundos, tudo o que já foi conhecido terá um fim, irremediável. Como eu sei disso?! Eu sei. O que importa. Ninguém perguntou ao Bill Gates por que ele sabia que computadores seriam o futuro e também ninguém perguntou para o bebê como ele sabia quem era a mãe. Eles sabiam. E eu sei! Bem, na verdade, eu não sei de uma forma tão instintiva ou passional assim, eu somente sei. E sei, porque me foi revelado. Sim, uma visão de um outro mundo apareceu para mim em sonho, um que Sandman não deixou que se esvaísse em sonolência. Ele não me permitiu acordar até que eu dissesse sim, até que eu aceitasse a proposta.
Aquele ser, diferente de tudo o que poderia imaginar, invadiu meus sonhos (com a miserável autorização do mago de areia) e me ofereceu – ou ordenou – a “missão”. Nunca imaginei que qualquer coisa semelhante ao imortal ou às divindades fosse daquele jeito. Não era um jovem louro, alto, forte e destemido. Ao contrário, era um homenzinho franzino, pequeno e esquálido. Velho? Talvez uns milhões de anos, mas aparentava não ter mais do que 200. E quando digo isso é porque não posso imaginar nada mais velho. Ta bem, ele era velho. E baixo, quase anão. Tinha aquele pele, clara e escura. Não sei explicar. Eram como escamas escuras que cobriam perfeitamente uma imensidão de pele clara, tão clara que nem parecia existir.
O fato é que, nesse contexto e “enuviado” por essas coisas estranhas que emaranham os sonhos, ele me disse. Foi como um, como se diz mesmo… Ultimato! Um aviso, uma sentença. E eu acordo.
17 minutos. Esse é todo o tempo que eu tenho. Não… Eu não posso salvar o mundo, nem posso fazer nada por ele. Só eu vou viver, sobreviver. Minha missão, agora, é esperar. E eu sento num canto do quarto. Me cubro porque, apesar da expectativa do fim, apesar de meu coração pulsar tanto em meu peito que parece que vai sair de lá, sinto frio. A contagem começa. E também minha missão. Esperar… Mas por quê? Eu penso, penso… Mas não entendo. Que tipo de missão é essa?! Isso simplesmente não tem fundamento.
Agora restam 14 minutos. Será que ainda estou sonhando? Eu levanto e passo a analisar as coisas. Minha casa, minha janela… Chego até ela e olho pra fora, olho para o mundo. 9 minutos… Saio para a rua… O mundo começa a passar por mim. Posso ver tudo.
Uma menina cai de um balanço pequeno e seu pai a abraça. Um cachorro corre por um grande milharal e alcança alguma coisa, um pato grande se debate na água, mas desiste de viver. Um padre caminha perto de um altar e uma mãe chora perto de um bar. Um jogo começa em algum lugar que eu não lembro de conhecer. Uma explosão, medo. Um jovem casal passeia de bicicleta pelo parque. Uma velhinha sorri.
As imagens se misturam, o mundo todo se mistura. Tudo parece desaparecer.
3… 2… 1…
Abro meus olhos. Só vejo o nada. Eu posso explicar como ele é. É tão… Tão… VOCÊS NÃO ENTENDEM!!!
Alguma coisa repuxa minha calça. Eu olho para trás e lá está ele. Aquela mesma figura, em seu resto de alguma coisa que poderia querer chamar de roupa. Ele fede.
Então me avisa. – É agora.
E eu entendo a missão. A decisão é minha. O mundo é meu e eu devo fazer dele o que eu quiser. É assim, simples.
Eu penso, e uma música aparece. Primeiro tímida, baixinha. Depois ela aumenta. E aumenta ainda mais. Eu paro. Eu danço. E sigo dançando, não consigo parar de dançar. E o nada me abraça, me toma, me doma, me acalma. Eu danço pelo nada, com o nada, através do nada. Nada importa.
E eu danço, sorrindo…
Esse é o caos!
17 minutos
Laura Storch
No dia em que a terra parou…
Junho 23, 2006
O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
No dia em que a Terra parou
Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, acordei
No dia em que a Terra parou
Eu adoro essa música… E adoro o Raul!
Certo… Minha mente anda um tanto “bloqueada” (hehehe), entaum…
Deixemos mesmo o semestre acabar e aí… bem… vocês sabem!!
Adeus…
Junho 22, 2006
Onde se quer estar??
Junho 16, 2006
Como é fácil…
Junho 16, 2006
… acreditar!
Tão comodo, tão inútil.











