FELIZ ANO NOVO

Dezembro 31, 2005

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade.  Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança.
Ergue os olhos, Hannah!
Ergue os olhos!

Parte do último Discurso de “O Grande Ditador” Charles Chaplin

Um feliz e consciente NOVO ano novo!!

Burro, eu?!

Dezembro 28, 2005

Há alguns dias atrás, minha mãe dizia que trabalhar demais “emburrece”. No sentido de que quando só se trablaha não se tem tempo pra melhorar, estudar, olhar para o mundo, para o outro, ler um livro, escutar um passarinho… Só se pensa em… trabalhar!

Tente digitar a palavra emburrece no “Google”!
Você vai se surpreender…
De amor ao e-mail, TUDO emuburrece…
Conforto, alegria, e-mail, amor, powerpoint…
Incrível…

Essa está sendo uma semana quieta! Beeeem calma! A minha casa está em ritmo de feriadão prolongado… Todos diminuíram um pouco a marcha – de uma ano muito corrido.
É hora de sentar e fazer o balanço do ano: do financeiro ao sentimental! Isso é mais do que necessário, é imprescindível!!! É assim que se melhora… Prestando atenção na gente e “acomodando as abóboras” para seguir em frente…

A idéia do post era dizer que o “acomodar-se” emburrece…
A Tv não oferece nada… absolutamente!!
A ociosidade tbm não fica atrás…

Mas aí me dei conta de uma coisa…
Não as coisas que nos emburrecem, mas a forma como a utilizamos…
Somos nós que emburrecemos as coisas…

Nós que trabalhamo demais e perdemos a noção da vida que segue em nossa volta…
Nós que estragamos o amor, o e-mail, a realidade…
Nós que… pode escolher, o que quiser!

O ser humano é o câncer do mundo!
Isso é triste? É chato?
Ok, mas não é realidade?

Imagine o mundo sem as pessoas…
O que vc vê?

Olhe bem para a história da humanidade…
O que ela fez de bom… valeu a pena?
Valeu pelos muitos males que essa humanidade também causou?

O que o fim de ano pede é o que a nossa vida inteira espera…
Parar! E pensar o que está acontecendo… Se olhando de um plano externo a nós mesmos, analisando a nossa situação de fora… Olhando ao redor!

O Ano Novo está chegando…
… mais uma vez!
E nesse ano novo… desacelere o tempo, faça coisas que você nunca fez…
Porque o tempo da gente assim dura bem mais!
Assim a gente aprende mais…
E emburrece menos…

FELIZ 2006…

Feliz Natal…

Dezembro 25, 2005


Natal…
Uma época especial, mesmo!! De passar com a família, de repensar as coisas, de sentar e refletir sobre quem se é e pra onde se quer ir.

Nós erramos muito, todos nós! Mas sempre temos a chance de pedir perdão, reconsiderar, reconciliar! Que palavra bonita… RECONCILIAÇÃO!

Todos os erros – desfeitos;
Todas as dores – saradas;
Todos os medos – acalmados…

Somos família e, ao menos uma vez no ano, nos damos conta disso. Que somos todos um “nada” e ao mesmo tempo o “tudo”… Somos novamente, por alguns minutos, HUMANOS… E só. UM Feliz NATAL a todos e que as diferenças e os medos possam ser calados ou talvez, apenas, respeitados…

Boa Noite…

.

Dezembro 22, 2005


Bah… Hoje tô muito cansada… Resolvi naum postar nada… Mas pra não deixar meus milhares de leitores assíduos, ávidos por minhas eloquentes palavras… Deixo-vos com o tal de “Mario Quintana”!! Espero que gostem, o cara tem futuro… )

“A vida são deveres,
que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já é Natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…

Se me fosse dado, um dia,
outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando,
pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas…
Dessa forma, eu digo:
não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo.
A única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente…
não voltará mais.”

——-

O Auto-Retrato

No retrato que me faço
-traço a traço-
às vezes me pinto nuvem
às vezes me pinto árvore

às vezes me pinto coisas
de que nem há mais lembrança…
ou coisas que não existem
mas que um dia existirão…

e, desta lida, em que busco
-pouco a pouco-
minha eterna semelhança,

no final, que restará?
Um desenho de criança…
terminado por um louco!

 

O Vale dos Reis

Dezembro 21, 2005

Sempre gostei de história. Principalmente das antigas civilizações… Quem eram, como vivam, o que acreditavam, como viam o “mundo”, as coisas que construíram… Acho imprescionante imaginar as cenas de vida de egipsios, astecas, hititas, celtas…

O que aconteceu?
Por que essas grandes potências foram a “banca rota”?
Claro que existem explicações e cada um desses povos tem sua história. Mas é interessante… pensar!! É um exercício interessante. Pessoas viveram em suas épocas de forma totalmente “natural”. Seguiram ritos, abedeceram as mães, brigaram com vizinhos, plantaram, venderam, fizeram guerras, morreram…

Uma das personagens que mais me alucinam são os faraós…
Figuras monumentais, endeusadas pelo povo e mitificas pela história.
São deuses e muito pouco se sabe sobre eles…

Entre seus imprescionantes feitos, está um que, em particular, é extraordinário… O VALE DOS REIS. O cemitério dos faraós…

Esse conjunto de passagens, túneis e acrópoles formam um verdadeiro museu ao ar livre e revelam muito sobre a vida e a personalidade dessas figuras míticas… Todas as dinastias faraônicas estão lá representadas por seus ilustres membros… Mesmo a morte significa uma continuação da história, preservada e contada através de pedras, desenhos, monumentos, artefatos… Uma comunicação toda própria, mas que trancende a tecnologia, o conhecimento extratificado – se mostrando extremamente funcional.

Um jornal a céu aberto, nos contando a obra da história… Com certeza uma viajem imprescionante, seja para o corpo ou apenas para a mente…

Que visão será que o mundo do futuro terá de nós?
De nossa época, de nossa civilização globalizada??

Sherlok’ando…

Dezembro 20, 2005

Uma brincadeirinha legal, vinda do Orkut – acreditem!! – mas que vale a pena… Você constrói uma estórinha continuando o que a outra pessoa escreveu mas… com apenas 5 palavras!!

Eu e as gurias fizemos isso no final de semana passada… Pra ficar mais difícil, fizemos com 3 palavras apenas. É muito interessante ver como as pessoas pensam diferente, como podem passar coisas malucas na cabeça dos outros…

O texto que eu estou compartilhando é um policial, no melhor estilo “nada shakespereano”… Hehehe

Ps: cada linha (contendo as 3 palavras possíveis) é de um autor diferente, em sequência…


Ela estava morta
no seu frio
leito. O que
mais intrigava os
investigadores na escura
noite vienense era
como um amante
em seus apaixonados
e torpes desejos,
em um ataque
desesperado de ciúmes
frio e calculista
pôde cometer tal
brutalidade. Ela era
apaixonada pela liberdade
e apesar de
estar apaixonada, não
podia viver intensamente
sua grande paixão.
A liberdade era
sua vida, mas
não contava com
uma paixão enlouquecedora
que subitamente tomou
conta de seus
movimentos. Queria resistir
mas seu coração
dizia-lhe o contrário -
estava encantada, enfeitiçada…
Intensa e profundamente!
Moreno, alto, olhos
claros, mas índole
muito suspeita, ele
lhe forçava compromisso
não lhe permitindo
tomar decisões que
se formulassem próprias.
A partir disso
resolveu ser radical:
não aceitaria Romeu
e sua incontrolável
perspicácia repugnante e
controladora. Agora seria
diferente, ela imaginava.
Porém, o inexplicável aconteceu…
Romeu não aceitava:
o pesadelo começou
e levou a
pobre menina ao
início da loucura
e inevitável tragédia.
Naquela noite ele
chegou perto dela,
bêbado e visivelmente
transtornado, lhe dizendo
que a amava
desesperada e intensamente.
Se não fosse
esse seu comportamento
para com ele,
ela deveria morrer.
E assim aconteceu:
a história de
Romeu e Samuela…

Ps2: Claro que terão que levar em conta o estado alcoolico (martínico e smirnoffiano, na verdade!!) das pessoas envolvidas… Mas é bem possível distinguir quantas pessoas participaram da brincadeira na minha casa, no sábado à noite… Será que vocês conseguem?? Liberem suas mentes…

Hehe…
Psicólogos de plantão, aproveitem a “festa”!!!
Façam sua leitura!


Sensacional é a p*…

Dezembro 18, 2005

É incrível como um mau jornalismo pode acabar com o humor da gente… Hoje saiu mais uma matéria sobre Canguçu no “Zero Hora”. Chamada de “A vida depois da luz”, a matéria (de capa!) é de um sensacionalismo assustador! Será que eles acham que todo mundo que lê jornal é idiota??

O tema da reportagem é a instalação de luz no interior de Canguçu, mas em nenhum momento se falou nisso: quem fez, como fez, quando fez, porque fez, o que aconteceu… A reportagem (que ocupa – acreditem – uma página INTEIRA!) só fala na tal família Thurow (será q são parentes da Helena?) e em como a rotina da família mudou com a chegada (ninguém sabe quando ou como!) da energia elétrica.

O jornalista fala que a família Thurow, ao provar o “gostinho da fruta” só quis saber de conforto: comprou televisão pra tornar o filho um alienado, porque pela matéria o gurizote não sai mais da frente da tv e quase enlouquece quando ouve a musica de início da novela “Bang Bang” (Rede Bobo).

A família é tratada como se fossem exemplares recém descobertos de uma tribo primitiva da era da Pedra Lascada e a falta de energia no interior dos municípios do RS, como se fosse exclusividade daquele lugar – único no mundo que ainda não tinha energia. Nem uma linha registrando a incompetência política estadual no que se refere à falta de acesso – básico, por sinal – a energia elétrica no estado… Nem uma vírgula sobre a necessidade de assessoramento à essas famílias que ainda sentem às dificuldades de viver sem luz elétrica. Uma matéria sem nenhuma informação, sem conteúdo!!

E chamam isso de Jornalismo?? O que tem Canguçu de tão especial?? Somos tachados de recôncavo do desastre tecnológico, sem que ao menos esses “seres superiores” tenham colocado os pés por aqui…

Uma vergonha…
Já não bastasse o disparate na tal matéria sobre os “hackers” de Canguçu, agora são os pobres coitados do interior que levam a sua. Que feio – usando a inocência das pessoas pra ganhar dinheiro, difamando um município sem explicar por quê!!

Quem ganha com isso?
É a minha pergunta central…

Fica o registro da minha indignação contra a Redação de “Zero Hora” e contra o tal de Eduardo Cecconi (jornalista que assina a matéria). Que o bom jornalismo sobreviva às intempéries e desastres de gente como vocês! Viva o Jornalismo comprometido!

E um apelo: não leiam esse tipo de porcaria! Tem muito sendo feito de muito bom no RS em termos de Jornal!! Amém…


Fim de Ano…

Dezembro 17, 2005

Bah… Não postei ontem porque estava na “correria”… Trabalho acumulado, milhões de “compromissos sociais”… Uma loucura! Hahaha…

Fim de ano é sempre assim, contabilidade de todo ano pra organizar e terminar, jantas, amigos, Cooesc em ritmo de vestibular – todo mundo deixa pra última hora, né Maurício?!, formaturas… É mesmo, é a ÉPOCA das Formaturas!

Ontem foi a primeira… Formatura da PSI/UCPel…
Minhas amigas estavam lindas!!

Ceires, Helin e Karen…
Desejo a vocês tudo o de melhor que o mundo profissional possa oferecer, mas principalmente, realização: que vocês possam se sentir completas, realizadas no transcorrer da vida profissional de vocês – afinal é só o que importa!!

Sejam MUUUUUUUUIIIIIITTTTTOOOOOO felizes, minhas queridas… Ai! O Campus II não vai ser o mesmo sem aquelas carinhas…

É isso… Mais formaturas, mais festas, mais alegrias e sensações de dever cumprido!!
Depois começa tudo outra vez…

Casualidades…

Dezembro 15, 2005

De amor y de casualidad

Tu madre tiene sangre holandesa,
yo tengo el pelo sefaradí,
somos la mezcla de tus abuelos,
y tu, mitad de ella y mitad de mí.

El padre de tu madre es de Cádiz.
Mi padre se escapó de Berlín.
Yo vengo de una noche de enero,
tu vienes de una siesta en Madrid.

Tu madre vino aquí desde Suecia,
la mía se crió en Libertad.
Tu madre y yo somos una mezcla,
igual que tú, de amor y de casualidad,
igual que tú, de amor y de casualidad.

Tu madre tiene los ojos claros,
yo un tatarabuelo de Brasil,
yo soy del sur, de Montevideo,
y tu mitad de allá y mitad de aquí.

En este mundo tan separado
no hay que ocultar de donde se és,
pero todos somos de todos lados,
hay que entenderlo de una buena vez.

Tu madre se crió en Estocolmo,
la mía al sur de Tacuarembó;
tu madre y yo vinimos al mundo,
igual que tú, porque así lo quiso el amor,
igual que tú, porque así lo quiso el amor.

Pra quem gosta da sutil e poética inteligência latina, sempre banhada de doses de paixão e sensualidade… Uma letra de Jorge Drexler, um dos grandes poetas de nossos dias.

…só pra saber: quem somos nós?
Pq “somos” o que somos? Estamos onde estamos??

Como Jostein Gaarder (“O Mundo de Sofia”, “O Dia do Curinga” e taaaaantos outros…) diz, nós somos o resultado de milhões e milhões de guerreiros e sobreviventes… Se qualquer um, apenas um de nossos antepassados (em nossa linha genealógica) não tivesse sido tão forte, tão esperto, tão corajoso, tão insistente ou simplesmente fosse um maluco que não acreditava em sociabilidade e prazer e tivesse decidido que não queria descendentes… Nós simplesmente não teríamos chance nenhuma!! Nunca teríamos existido…

Milhões e milhões de complexos quebra-cabeças e de “conspirações” naturais formaram a nossa existência…

Incrível…
Inacreditável, na verdade??
Sim… INACREDITÁVEL!!
Então… Qual é a verdade?

De onde viemos??
Qual é a verdade?

Volto ao Nietzshe, que não tem me deixado em paz…

Aqueles que desejam a paz de espírito e a felicidade tem que acreditar e abraçar a fé, enquanto aqueles que desejam perseguir a verdade devem renunciar à paz de espírito e devotar sua vida à investigação…


Narcisismo às Avessas…

Dezembro 14, 2005


A lenda de Narciso possui um simbolismo que fez dela uma das mais duradouras da mitologia grega. Narciso era um jovem de singular beleza, filho do deus-rio Cefiso e da ninfa Liríope. No dia de seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que Narciso teria vida longa desde que jamais contemplasse a própria figura. Indiferente aos sentimentos alheios, Narciso desprezou o amor da ninfa Eco e seu egoísmo provocou o castigo dos deuses. Ao observar o reflexo de seu rosto nas águas de uma fonte, apaixonou-se pela própria imagem e ficou a contemplá-la até consumir-se. A flor conhecida pelo nome de Narciso nasceu, então, no lugar onde morrera.

O termo narcisismo passou a designar para a cultura ocidental a condição mórbida do indivíduo que tem interesse exagerado pelo próprio corpo. Mas o que dizer de pessoas que necessitam ser vistas, analisadas, assediadas? De George Orwel (“1984”) e Aldous Huxley (“Admirável Mundo Novo”) até grandes produções cinematográficas como “Equilibrium”, muito se tem dito sobre a importância que o homem dá para a aparência – e não para a aparência física, como no mito de Narciso – mas para a aparência social – de como os outros o vêem…

Ontem à noite, lendo um trecho de “Quando Nietzsche Chorou” de Irvin Yalom – excelente leitura, por sinal! – me deparei com uma passagem que me deixou bastante intrigada. Em um pensamento, Dr. Breuer – personagem central da trama ao lado de Nietzshe – traça como perfil em seus pacientes “a alegria de ser observado”. Ele racionaliza que essa alegria “era tão arraigada que [...] a verdadeira dor da velhice, do luto [...] estava na ausência de escrutínio: o horror de viver uma vida inobservada”.

Pensar que há no homem a necessidade de se sentir vigiado, de que talvez o fato de que lhe prestem atenção o mantenha mais seguro, mais vivo, pode ser estranha em um primeiro momento, mas a muito tenho pensado a respeito e alguns raciocínios ao menos interessantes podem surgir…

Inicialmente, considero a Internet um elemento essencial para o extravasar desse tipo de “Narcisismo às Avessas”. Veja: dos Chat’s, passando pelos Blogs até o Orkut e o MySpace: todos esses sistemas de informação podem ser formas de explorar a própria imagem e popularidade. Quanto mais popular, mais socialmente seguro o indivíduo poderia se considerar…

Tenho um amigo que a poucas semanas, ao meu questionamento sobre a sua ausência do Orkut, me dizia que não gostava da “exposição” que a ferramenta acaba por gerar, pois muitas pessoas à utilizam “para ficar vasculhando a vida da gente”, me dizia ele. Naquele momento eu questionei se não era realmente essa a intenção daquelas pessoas – que suas vidas fossem vistas, de que elas pudessem se sentir importantes, se sentir parte de algo… Não sei se esse meu delírio pode chegar em algum lugar, não é esse o objetivo… Mas será que poderíamos chegar a patologias ligadas à necessidade de se mostrar? Se ser notado??

Há casos na Internet, de sites que registram através de webcans a rotina sexual de modelos pagas para esse fim… Há os “reality shows” distribuindo milhões por algumas semanas de ausência de privacidade. Na ficção e na realidade, a exploração da exposição é elemento gerador de novos comportamentos sociais… Onde isso vai parar??? Não sei!!

Você por acaso não está lendo um Blog?? Não tem Orkut, MSN, WebCan e essas coisas??? O que já faz parte de nosso cotidiano também deve ser parte de nossa constante crítica!! Viva à Evolução Tecnológica, abaixo o Controle!!! Como dizia Nietzshe: “Os inimigos da verdade não são as mentiras, mas as CONVICÇÕES!!